Fluxante não é um app — é um motor fiscal. Cada tela do produto responde uma pergunta concreta. Todas vêm da mesma base de cálculo: anexos da LC 123, alíquotas vigentes, Fator R, sublimites estaduais, Reforma Tributária. Por isso os números nunca discordam entre si.
A página de Simulação mostra Simples, Lucro Presumido e Lucro Real lado a lado, com a matemática completa de cada um aplicada aos seus números reais. O regime recomendado fica destacado com uma faixa verde. O atual fica em roxo. O alternativo, em cinza.
Os cinco eixos do radar são normalizados em escala única (0–100, maior é melhor): lucratividade, eficiência tributária, fluxo de caixa, simplicidade operacional e segurança fiscal. Isso permite comparar regimes em estados diferentes do Brasil sem que a comparação minta — o que uma planilha de cálculo nunca consegue fazer.
Onde a Simulação responde "agora", Cenários responde "depois". Três séries no mesmo eixo: Baseline (sua trajetória atual), Crescimento (aumento de faturamento previsto) e Migração (trocou de regime). Todas começam no mesmo ponto histórico — fica visível qual cenário diverge para cima ou para baixo, e em que mês.
O motor recomputa o cenário mês a mês com a matemática real: ajusta RBT12, faixa do anexo, sublimite estadual, Fator R. Não é projeção linear — é o cálculo completo aplicado a cada mês simulado. Inclui efeitos da Reforma a partir de 2027.
Insights não é uma tela de "para você ler". É fila de ação. O motor processa todos os sinais — faixa do anexo, Fator R, sublimite, alertas legais, mudanças de regime — e produz uma lista priorizada por economia × confiança.
O insight do topo é tratado como "aha card": ganha layout especial, gradiente de fundo, raciocínio numerado, gráfico de impacto e três ações diferenciadas (adiar / abrir simulação / ver plano). Os demais são linhas densas com severity rail de 3px na borda esquerda — vermelha para crítico, âmbar para atenção, verde para oportunidade alta confiança.
A maioria dos empresários vê o DAS como um único número no boleto. A página de Decomposição abre esse número em seis fluxos: ICMS, PIS/Cofins, IRPJ, CSLL, CPP e (quando aplicável) IPI. E, mais importante, mostra como esses fluxos se redirecionam se você migrar de regime.
As ribbons coloridas vão para o ente que recebe — azul para União, verde para Estado, âmbar para Município. A largura das ribbons é proporcional ao valor real, não estilizada. Os dois Sankeys têm a mesma escala (mesmo viewBox, mesma largura por R$): assim a comparação não mente, e a economia fica visualmente irrefutável.
Toda recomendação que sai da página de Insights — "migre para Presumido" — vem acompanhada de um plano executável nesta tela. Não é uma lista de "boas práticas". É um checklist com as datas reais da LC 123, do calendário fiscal e das obrigações do regime de destino.
Cada etapa tem três campos: o que fazer, até quando (com o artigo da lei que dá o prazo) e o que muda no operacional depois. Se houver dependência entre etapas (você não pode habilitar EFD-Contribuições antes de comunicar exclusão do Simples), a ordem é forçada e marcada. Exportável como PDF para o contador assinar.
Simulação, Cenários, Insights, Decomposição e Migração não consultam fontes diferentes. Todos batem na mesma engine — definida por três camadas explícitas. Documentadas, auditáveis, abertas para revisão.
Comece com seus números reais. Em 2 minutos você vê as cinco respostas — Simulação, Cenários, Insights, Decomposição e Migração — alinhadas, citáveis, exportáveis.